quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Biblioteca escolar quase virando sala de professor.

Sim. Foi um ano de muitas leituras.


Sempre terminamos o ano fazendo um levantamento dos livros, gibis e mangás lidos pelos alunos , durante o ano letivo. Este ano faremos diferente: queremos falar sobre os professores e suas leituras. A cada ano, a biblioteca passa a ser frequentada por mais professores. Seja entre um intervalo e outro, seja na hora do café, seja em uma aula vaga, seja antes ou depois de entrar em sala. Os nossos colegas professores sempre são recebidos com muita alegria por nós. Além disso, por meio de mensagens, nos pedem  uma  indicação de  leitura para filhos, sobrinhos, netos. Porém, cada vez mais, eles procuram a biblioteca escolar para escolherem as suas leituras. Não é raro um bate papo gostoso sobre uma obra lida. Foi por meio da professora Terezinha, que conheci a obra: Borra de Café, do escritor uruguaio, Mario Benedetti. E quando  os Saraus foram realizados, nas ATPCs, o diálogo sobre livros e autores foi muito positivo e prazeroso.
Se ainda há resistência em relação à leitura literária, por outro lado, há  professores desejando que espaços de leitura possam ocorrer com mais frequência  dentro do espaço escolar.  Uma escola deve ser viva, e nela deve haver crescimento, criatividade, consciência crítica. Um professor leitor  só contribui para a aprendizagem de seus alunos e para a sociedade que desejamos.

Nem O Grande Irmão com seus olhos que tudo  vê, de 1984, nem o fogo na temperatura Fahrenheit 451º, de Bradbury,  nem mesmo a chuva que veio com a última tempestade,  pode levar sonhos e conquistas. Para quem sentiu o cheiro do conhecimento no ar, eu digo: quando plantamos a leitura, estamos plantando a vida, a esperança, estamos incentivando o diálogo criativo. Estamos colocando frente a frente, as divergências de ideias. Isso é vida pulsante.

A Mania de Matemática do Jean
A Alice no País do Quantum do Ary
A Química na Cabeça do Jorge
A Música dos Números da Francinete
A África  na Sala de Aula  do Lucas
Histórias Africanas da Lorraine
Cineastas Indígenas da Mônica;
Clarice na Cabeceira da Tereza
O Símbolo Perdido da Vânia
O Quixote da Patrícia
Vidas Secas do Adilson
As Crônicas da Luciana
A Cidade Ilhada da Paula Cristina
Manual dos Jovens Estressados da Fernanda
Recado aos nossos Ancestrais da Bárbara
A Filosofia na Sala de Aula da Denise
Os Botões de Napoleão da Maria Helena
Nos Labirintos do Eco de Isac
Raizes do Brasil da Jayana
O People Portfólio da Terezinha
Leitura , Escrita e Surdez da Roberta.
Da Cultura do Corpo do Thiago
A Metodologia Ciêntifica da Jamile
Moça com Brinco de Pérola da Roseli Lorenzato
Luzes da Cidade do seu Gilberto
Memórias de um suicida, da Luzia
O Gato malhado e a Andorinha Sinhá, da Júlia...
E tantos outros e outros tantos... 

Que venha 2016! Boas festas e boas leituras.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

"Sangue , sangue . Muito sangue . "

           Começo esta postagem com a frase dita pela escritora Martha Argel (Relações de Sangue , O vampiro antes de Drácula ) na palestra sobra a história do vampiro na literatura . 
    
          A palestra ocorreu no dia 26/11 no CCP , por causa do número limitado de público , apenas alunos leitores da nossa biblioteca foram convidados . 
             
           Martha Argel , a palestrante , começou com uma pergunta para nós : 
"Que tipo de vampiro vocês gostam ? " 
  
              As respostas foram variadas ; uns gostavam do vampiro romantizado , como Edward Cullen da saga Crepúsculo , outros do vampiro clássico como o Drácula de Bram Stoker , e também havia aqueles que gostavam dos vampiros modernos presentes em Diários de um Vampiro
             
               E logo outra pergunta surgiu para o grupo : " Qual tipo de vampiro era melhor ? " 
           
           Ah , coitado do Edward Cullen , uma parte do furioso público o condenou à levar estacas em seu coração . Daí , Martha tomou essa brecha para começar sua palestra , com a proposta de nos mostrar que Edward e Drácula  dividem a mesma linhagem vampirística . Quer saber por quê ? Então vamos começar . 


            O início da história dos vampiros começa a muitos séculos , em pequenos vilarejos na Europa . O vampiro era uma criatura sanguinária , seu mito consistia de que ,após a morte de uma pessoa , a mesma retornava e matava um por um  de todos os seus familiares . 
              Médicos e cientistas visitaram esses vilarejos e investigaram essa lenda de vampiros que as pessoas tanto temiam. Chegaram à conclusão de que tudo não passava de crenças e falta de conhecimento científico . O tal vampiro não voltava da morte ,e seus familiares morriam porque era provável que alguma doença que o falecido tinha acabava  passando aos familiares, como uma epidemia . 
              Registros sobre essas pesquisas acabaram indo parar nas mãos de terceiros , e os vampiros acabaram virando um assunto comentado entre os bailes nobres europeus . 

               A primeira aparição de vampiros na literatura foi por volta do século XVII , em que poemas alemães contavam histórias de noivas que morriam na véspera do casamento, e acabavam voltando da morte para buscar seus futuros maridos . Apesar de não ser mencionado que essas noivas eram vampiras , há muita inspiração nos registros das pesquisas feitas nos vilarejos . 
                Já o primeiro intitulado como vampiro foi o personagem  Lord Ruthven do conto O Vampiro escrito por John William Pollidori . No momento de sua publicação , foi um sucesso , pois foi a primeira obra que transformou os vampiros - criaturas bestiais de vilarejos - no vampiro que conhecemos hoje : aristocrata , misterioso e sedutor . 
                        Mas logo , a fama de O Vampiro  desapareceu , e o autor faleceu . Só que , um francês escreveu uma obra que era um romance com o Lord Ruthven (uma espécie de fanfiction) e os olhos europeus voltaram-se novamente para o vampiro nobre . 
                       Mais tarde , foi publicada a obra mais famosa sobre vampiros : Drácula , de Bram Stoker . E daí surgiram milhares de livros , peças de teatro , filmes , HQ's , jogos ; tudo isso dentro do universo dos vampiros . 
                    
                            E sobre o pobre Edward Cullen ? Bem , vamos checar o que sabemos sobre vampiros : Se alimentam de sangue , são imortais , pertencem à famílias ricas , são sedutores e muito misteriosos . E sim , Edward se encaixa nesses padrões . 
                     
                         
       A palestra teve finalidade de contar sobre a origem e influência dos vampiros na cultura , e mostrar que , independente do tipo de vampiro , todos rendem boas histórias que nos fazem temer , rir ou nos apaixonar . 
           E a seguir , algumas fotos tiradas na palestras : 
Os alunos leitores no CCP

Livros trazidos pela Martha Argel 

O público fica encantado com a apresentação de Martha 

A escritora dá alguns autógrafos 

Livros de literatura vampirística da biblioteca José Paulo Paes , no CCP

Alunas ficam interessadas nos livros 

        
             E para vocês , um bom final de ano lotado de leituras e ... Sangue , muito sangue ! 
                

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Nós e o Sarau dos Mesquiteiros

A Experiência  Professora Patrícia

Nós , professores , temos um dever 
E não é só conteúdo não !
Numa pequena sala é fazer o aluno ver que 
o que está ao seu redor 
É muito mais que Padre Antão 

Quando os levamos ao sarau , 
no caminho reclamam  perguntando :
Que horas acabará ? 

Respondo: vá e verá!
                                                                                                                                                                  
Chegando, começam a perceber
 que a poesia 
é o que vimos na sala . 

Fala deles , 
fala de nós , 
 e séculos ultrapassa .

                                                  Professora lê a poesia "A Experiência"  que fez ali mesmo. 

                             Nós e o Sarau dos Mesquiteiros 

     Nesta terça-feira (17/11/2015) alunos ,do primeiro ano da manhã,foram levados para o Centro Cultural da Penha para assistir as apresentações do Sarau dos Mesquiteiros
   Sarau é um evento em que  um grupo de pessoas se encontra para ler poesias , trechos de livros , cantar . Um encontro para se expressar através da arte . Algo que é realmente interessante em um Sarau é que apesar de estar presente um grupo já preparado para apresentar-se , a platéia também pode se expressar . O Sarau é um movimento cultural de inclusão de todos . 
    
    Os Mesquiteiros são um grupo que nasceu de pequenos Saraus na escola pública Jornalista Francisco Mesquita , e com a ajuda de Rodrigo Ciríaco , tornou-se um grupo que apresenta Saraus nas periferias . 

    Foi uma experiência nova para os alunos , pois poucos tinham estado em um Sarau antes . Talvez , por ser algo novo , não houve tantos alunos que subiram até o palco e se apresentaram , mas os poucos que tiveram essa coragem, encantaram o público . Humor , Paixão , Medo , Reflexão ; cada poesia e cada canção provocava emoções naqueles que ouviam e naqueles que se  apresentavam . 

                                                          Alunos assistindo ao Sarau dos Mesquiteiros 

     Falamos sobre racismo , desigualdade , e muitos dos problemas da periferia e do ser humano . Tudo transformado em poesia, canção , e apresentado de forma brilhante . 
  Fotos de alunos e professores que se apresentaram no Sarau : 
                                       
Renilson  cantando Charlie Brown Jr.   



As professoras lendo um texto no livro Te Pego lá Fora , de Rodrigo Ciríaco 



Sophia lendo uma poesia de autoria própria 


Professor Jean leu uma poesia e também a letra de "Nego Drama" 


 Infelizmente , não conseguimos fotos de todos que se apresentaram , mas aqui vão os agradecimentos:
 Carol , Camila , e ao Rafael , que arrancou risadas de todos nós com seu poema do "Cume" . 

O Sarau dos Mesquiteiros se apresentará novamente no dia 12 de dezembro , no Centro Cultural da Penha a partir das 14 horas . 
 Para atrair mais pessoas ao palco , Rodrigo Ciríaco ofereceu a quem se apesentasse, um livro chamado "Pode Pá que é Nóis que Tá " , uma antologia  de poesia e prosa e concurso literário. Alguns textos são de  integrantes dos Mesquiteiros .   Ainda falando sobre este livro ,a professora Valderina leu a  poesia:  Monstro derrotado, de Suyane Santana. A autora é  do grupo dos Mesquiteiros e  ficou emocionada e surpresa , autografou o livro que a professora ganhou .




  Rodrigo Ciríaco era professor da rede pública , mas agora se dedica aos Saraus e a escrita . "Vendo Pó...Esia" e "Te Pego lá Fora " são obras dele . Ganhei um exemplar de "Te Pego lá Fora" e simplesmente amei o livro, o autor retrata muito bem os dois lados de uma escola pública : Alunos e Professores. Indico o livro para quem quer uma leitura divertida e reflexiva .


O livro é resultado de um trabalho de incentivo a leitura, produção escrita e difusão literária: o projeto "Literatura (é) possível". Este livro vem da aposta e prática de que os jovens e adolescentes gostam de ler (sim), gostam de escrever (sim), e tem muitas (e boas) ideias para trocar.


O livro: Pode pá que é nóis que tá  é resultado de um trabalho de incentivo a leitura, produção escrita e difusão literária do projeto "Literatura (é) possível". Este livro vem da aposta e prática de que os jovens e adolescentes gostam de ler SIM, gostam de escrever SIM e tem muitas e boas ideias para trocar.




Os dois livros já estão disponíveis em nossa biblioteca e também na biblioteca José Paulo Paes.

Boas leituras!

Postagem realizada pela aluna  Beatriz Saab





quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O uso responsável da energia elétrica e da água, na comunidade escolar.




O projeto tem por objetivo, conscientizar os jovens acerca da importância de economizar energia elétrica e consequentemente economizar água, visto que a energia elétrica que utilizamos é proveniente de usinas hidrelétricas.

Apostando em nossos jovens, este projeto acredita que é possível reduzir gastos desnecessários, pois para produzir energia são necessários trabalho, dinheiro, tempo e materiais. Além disso, toda a produção de energia elétrica tem um impacto ambiental sobre este planeta e desperdiçar tudo isso não é uma atitude inteligente. Durante o projeto alguns alunos foram selecionados para colocar todas as metas em ação, entretanto a participação de todos é essencial.

O projeto entende que nossa escola é uma comunidade; acredita que a energia elétrica e a água que abastecem nossa escola é de todo mundo, portanto, usar energia elétrica e água de um jeito responsável tem a ver com todos nós, porque todos nós somos responsáveis por aquilo que acontece nesse comunidade, que é a nossa escola.  
Professora Ana Paula e professor Tiago Germano - Ensino Fundamental





Acervo disponível para pesquisa.
As atividades que estão sendo realizadas, pelos alunos envolvidos no projeto, logo serão divulgadas aqui. Há produção de vídeos, intervenções e palestras. 
Alunos participantes do projeto: Ana Júlia, Nathália Cordeiro, Lucas  Alves,Maria Gabrielle, Thauany Cristiny, Dener Kaique, Giovana Reis. 

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Sarau dos Professores






Para homenagear o nosso Dia do Professor, realizamos  um  Sarau Crônico  durante ATPC,  Uma conversa ao pé do ouvido, da professora e  do professor. Instantâneos   da vida , que se vai tecendo com palavras. Nem  reflexão, nem formação de nossa prática, somente a leitura prazerosa de algumas crônicas, cujos temas hora nos remete a nossa infância, nos bancos de escola, hora nos coloca diante do  nosso cotidiano de professor. Rimos com "Aula de Geometria , de Leo Cunha;  nos emocionamos com "Fábrica de Asas, de Sérgio Vaz;  nos alegramos com a "Reunião de pais", de Fernando Sabino;  nos indignamos com "O Professor de Grego" , de Manuel Bandeira. 
 Nos sentimos próximos  das crônicas lidas. Momentos de intimidade foram por nós, compartilhados. 
 " Um cafuné feito de palavras", nos aproximou durante tão breve tempo de ATPC. Que falta faz  mais momentos assim dentro do espaço escolar. Como são importantes os professores na vida do livro. Como é importante trabalhar as relações interpessoais no âmbito da escola.






























Ao Mestre, a flor

"Adubar a terra
com números e letras
asas e poemas.
Para colher lírios, cravos e alfazemas.
Agricultor,
o bom mestre sabe,
que espinhos e pétalas
fazem parte da Primavera.
Porque ensinar
é regar a semente sem afogar a flor." Sérgio Vaz

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Leitoras e voluntárias ou voluntárias leitoras?

Beatriz Daniel
Os livros sempre estiveram presente em minha vida, principalmente fábulas. Gostava muito de Pinóquio e Patinho Feio. A minha entrada definitiva no mundo da leitura foi graças a esposa de meu pai, que sempre falava do livro:  O Pequeno Príncipe. Um dia, por curiosidade, acabei lendo-o. Nunca ri e chorei tanto ao mesmo tempo. Eu o li duas vezes em um mesmo dia e  nas duas vezes, fiquei muito emocionada. Desde então, nunca mais parei de caçar livros em bibliotecas.  Se não fosse por elas, não teria  me aventurado tanto no mundo da ficção. Por isso decidi ser voluntária na biblioteca da escola. Quero fazer com que outros jovens possam aventurar-se nas páginas dos livros, assim como eu. E estar próxima dos livros  é maravilhoso.

Lilian Nunes

Sempre achei a leitura muito importante, principalmente na vida das crianças. Eu comecei a minha experiência com os livros e as suas maravilhosas histórias, na biblioteca daqui, no 6º ano. Lia diários, contos, crônicas e livros sobre adolescentes. Depois descobri toda a série Fazendo Meu Filme, de Paula Pimenta. Quando acabei  de ler os quatro livros, vi que  aqui tinha quase todos os livros de Nicolas Sparks, Jonh Green e fiquei bem interessada em romances  românticos.  Também leio livros infantis para passar o tempo e porque são muito bons. Decidi ser voluntária na biblio da escola  porque é um lugar em que me sinto bem e gosto de ajudar. A Val e a Arlete são muito queridas dos alunos leitores.


Gabriela Gouveia
A minha entrada no mundo da leitura foi bem cedo. Quando descobri o mundo das letras, lia muito gibi, fábulas e histórias como : Menina Bonita do laço de fita, de Ana Maria Machado. Aliás foi uma grande alegria encontrá-lo  por aqui, enquanto organizava a  estantes dos livros infantis. Um dos livros que também me emocionou foi O Mágico de OZ. Com ele vivi momentos  de grande magia e curiosidade. Quis ser voluntária porque gosto demais de estar entre livros e leitores. Sempre dá para conhecermos colegas bem interessantes.


Juliana Souza 
Eu já tinha o hábito de ler desde pequena, mas o primeiro livro grosso que li foi toda a Saga Crepúsculo, da Stephenie  Meyer. Desde então não parei mais de ler grandes histórias, grandes aventuras. Sou muito apaixonada por romances de ficção e mistério. Também me amarro em mangás.
Por que desejei ser voluntária na biblioteca de minha escola? Porque desejava estar perto  do que amo muito: os livros. E está sendo uma experiencia maravilhosa, afinal quando um livro novo chega, eu já estou bem ali, pertinho dele e correndo para o abraço.




Felicidade é estar bem  pertinho de jovens assim!!!

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Meu pai não mora mais aqui.

 Foi assim: a leitora Heidy veio  devolver o livro já lido , digo, devorado. E a nossa mais nova voluntária, Lilian quis saber se o livro era MESMO BOM. "Nossa é tão bom que eu li rapidinho e já vim buscar outro. Sabe aquele tipo de livro que quando a gente começa não deseja parar por nada? Adorei a forma como o autor  conseguiu unir os personagens  Letícia e Tadeu. São situações bem parecidas com a nossa vida de adolescente, por isso gostei tanto."

A Lilian disse que o título e a capa já era um convite à leitura e com a fala da colega, decidiu levar o livro na hora. ficou tão empolgada que queria começar a leitura ali mesmo.

A Heidy  é tão meiga e tímida...
mas ama os livros e a leitura.


No primeiro dia de trabalho voluntário,
 a Lilian estava tão feliz!
Ela sabe que está em meio a grandes amigos, os livros.
"Acredito que cada vez que saímos de um livro, saimos diferentes, mesmo que não notemos."

Querem conhecer outras obras do autor? Então é só acessar :





terça-feira, 15 de setembro de 2015

"Livro é um brinquedo feito com letras."

A professora Tatiana  fez uma seleção de contos mitológicos para serem lidos em sala de aula. Contos da Mitologia Popular Brasileira, da Mitologia Indígena e  da Mitologia Afro -Brasileira. Levou-os para as salas dos 7º anos A e B, e lá os alunos escolheram  que contos gostariam de ler. Compartilharam  com os colegas  o que haviam lido. A professora também leu junto com eles e para eles.  Pedimos para que  registrasse algumas das atividades desenvolvidas e ela registrou:




















Fora dos muros da escola , os alunos dos 6º anos A e D foram à Biblioteca José Paulo Paes, no Centro Cultural da Penha. Conheceram   um pouquinho do acervo e também participaram de uma Roda de Leitura. Muitos ficaram surpresos com o tamanho do acervo destinado às crianças e jovens, pois não faziam ideia que, bem pertinho deles, havia um espaço tão rico em livros e atividades culturais. Alguns desejavam que a visita se estendesse mais, pois estavam muito entusiasmados com o que iam descobrindo. Sim, muitos não sentiram  motivação  em estarem em  meio a tantos livros, porém se mostraram surpresos com a alegria dos colegas que gostam de ler e ouvir histórias.









" O livro é um brinquedo feito com letras. Ler é brincar." Rubem Alves